História do Tênis
O primeiro modelo apareceu nos EUA, em 1870, quando Charles Goodyear derreteu ou vulcanizou um pedaço de borracha e o transformou em sola para um sapato feito com a mesma lona usada na fabricação das bolsas dos carteiros. Partindo do mesmo princípio, o popular Keds surgiu também nos EUA, em 1917, e acabou se transformando em ícone da modernidade norte-americana: um sapato que poderia ser levado à máquina de lavar. Dois anos depois, os jovens já desfilavam com as versões unissex de cano alto All Star, da Converse.
No início da década de 70, chegaram ao mercado os primeiros modelos esportivos, feitos em náilon, com solas macias e a área posterior moldada no formato exato dos calcanhares. Os atletas adoraram e adotaram.
Em 1980, graças à greve dos meios de transportes em Nova York, as americanas passaram a caminhar de tênis até o trabalho (o sapato alto era carregado dentro da bolsa)e, dessa forma eles foram incorporados à moda de rua - com a contribuição irreverente dos pop stars do rock, como lembra a estilista Maria Candida. Nos anos 90, além da tecnologia, o design também ganhou muita importância.

Conheça os seus pés

O seu Pé:

Massagear os pontos certos pode garantir alívio e bem-estar. Identifique essas áreas e transforme a reflexologia em rotina. Pense nos seus pés como a sua ligação direta com a terra. Os índios Cherokee, da América do Norte, têm uma frase que diz: "Seus pés caminham sobre a terra e seu espírito se une ao universo". Uma das primeiras coisas que as pessoas fazem ao chegar em casa é tirar os sapatos - e com esse gesto rotineiro se estabelece um contato direto com o chão. Basta imaginar o corpo como uma espécie de antena: é através da sola dos pés que as tensões são canalizadas e liberadas para dentro da terra. É disso que trata a reflexologia, antiga técnica chinesa de cura que ajuda a restaurar o fluxo de energia por meio de toques em pontos específicos dos pés. A reflexologia não faz diagnósticos", explica a terapeuta Zaira Tikhomiroff. "Mas pode detectar coisas que não funcionam bem no organismo. Quando se sente dor em alguns dos pontos tocados, é porque algo precisa ser trabalhado." Isso porque cada ponto corresponde a uma parte do corpo (veja abaixo). Pressionando o dedão, por exemplo, pode-se aliviar uma dor de cabeça, sinusite e até mesmo desentupir um nariz congestionado. Comprimindo o ponto relacionado com o estômago, pode-se soltar aquele nó que teima em aparecer cada vez que se fica tensa e nervosa.

Além de terapeutas especializados, massagistas profissionais, como o chinês Wang Gui Kong que trabalha com a terapeuta corporal Luiza Sato, aplicam essa técnica. Para ele, trinta minutos de reflexologia bem-feita são suficientes para melhorar a vida de qualquer um. Kong sugere, porém, sessões a cada dez dias, para um bem-estar contínuo. Outra opção é a auto-massagem, fácil e simples, já que o movimento para todos os pontos é o mesmo. Com o dedo polegar, caminha-se por cima do ponto escolhido com uma ligeira pressão para baixo.
Você pode massagear um ponto específico ou todos eles para um alívio completo. Escolha um dos pés e comece pela lateral interna, que representa a coluna vertebral. Depois vá para o dedão e siga massageando cada dedo. Por fim, aperte os pontos da planta do pé, com ênfase nas áreas mais doloridas e ou naquelas que refletem órgãos que você já sabe que representam seus pontos mais frágeis. Faça o mesmo com o outro pé. Tanto o pé direito como o esquerdo tem os mesmos pontos. Depois de um certo tempo a distenção e o relaxamento se instalam pelo corpo todo.
Existem também no mercado vários dispositivos com design específico para a cura dos pés, como sandálias de borracha cuja palmilhas são feitas de bolinhas salientes, ou o pé duplo de milho ( uma espécie de madeira para se caminhar por cima), além dos ativadores de pés (quadrados feitos de madeira com o desenho dos pés e todos os pontos em relevo), nos quais se pisa fazendo pressão. Eles funcionam como pontos de pressão e seguem o mesmo princípio da reflexologia.